Texto Bíblico: Marcos 4.35-41 / Mt
14.22-33
Introdução: Este texto
nos ensina o poder da fé, pois até mesmo nas circunstâncias mais adversas, a fé
é adequada para conferir-nos o poder de Deus e trazer o sucesso dentro da adversidade.
O mar da Galileia fica a 213 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo.
O local é de clima semitropical, e o ar quente ali produzido, ao chocar-se com
o ar frio, proveniente dos montes próximos, com frequência provocam tempestades
violentas, o que é comprovado nos evangelhos.
Os temporais, no lago da Galileia,
eram súbitos e violentos, devido às condições
atmosféricas e à configuração geográfica. A igreja e a nossa vida muitas vezes
é comparada a um barco. Jesus é capaz de livrar seu povo de qualquer
tempestade. (Sl 65.7; 18.16,17).
Cinco situações
(realidades) vivenciadas pelos discípulos na grande tempestade:
1-Aquele que Segue conosco na tempestade (v.35).
Jesus disse a
seus discípulos “passemos”, eles entraram no barco para uma viagem noturna, que
sempre tem riscos maiores, os discípulos não perceberam que aquela viagem que
eles como pescadores experientes faziam de olhos fechados poderia ser agora um
teste de fé por causa da tempestade que lhes afligiria, segundo os propósitos
de Deus.
2- Medo na Tempestade.
(v.37).
Na vida diária,
eles também podem ocorrer com prontidão devastadora. Jesus é a nossa segurança
em meio à tempestade. O maligno cria tais temporais, e sem a proteção de Deus,
todos nós estaríamos perdidos, todos nós passamos tempestades em nossa vida, nosso
barco da vida afundaria tanto física quanto espiritualmente.
2- O desespero na Tempestade.
(v.38a).
Os discípulos pescadores
experiente lutavam com todas as suas forças contra aquelas tempestades “Jesus
dormia” a fim de descansar o fato que, em meio à tão grande tempestade,
Jesus ficou tão calmo que nem acordou. Quanto mais Jesus dormia, tanto mais piorava
a crise. Jesus dormia e ignorava a situação desesperadora dos discípulos.
PORQUE DEUS ESTAVA NO CONTROLE.
3- Insensibilidade na
Tempestade. (v.38b).
Os
discípulos correram para Jesus com um clamor de acusação: “Como podes
dormir assim, deixando-nos perecer?!” não te importas? O senhor não liga?
Dormes enquanto perecemos? Foi apenas natural um grito de socorro, em uma
emergência daquelas, mas seus clamores poderiam ter sido governados pela fé, e
não pela dúvida amarga. O Cristo que parece não se importar, na realidade é
quem cuida supremamente do destino humano. Joao 10 o bom pastor.
4- Calmaria na Tempestade.
(v.39).
A palavra dita por Jesus produziu
calmaria instantânea. Sua voz ainda pode ser ouvida por aqueles que
escutam. Nenhuma força, até hoje, pode perturbar ou causar destruição, quando a
alma dá ouvidos à sua voz, e lhe obedece. Em sua voz está à substância da
intervenção divina na vida humana, e todos nós precisamos muito dessa
intervenção. Ele pode intervir e realmente faz intervenção.
A “calma”
resultou da repreensão de Jesus ao vento e às ondas. Maior é a calma, quanto
maior for a tempestade. (Pv 16.1) o homem pode fazer planos....
5 – A fé que vence a tempestade (v.40)
Somente nos
manuscritos egípcios “papiros egípcios” constavam essa palavra ainda, e Jesus
lhes questiona “ainda não tens fé”, vocês ainda não entenderam? No coração dos
discípulos não havia espaço para tamanhas reflexões, pois o ambiente não lhes permitia
agora o espanto pela atuação de Jesus era maior do que a tempestade. (Romanos
8.28) “Todas as coisas cooperam...”
Espiritualmente falando, a maior lição que aqui há é que
Cristo pode salvar a alma das tempestades repentinas da vida e da destruição
final. Nele reside o poder salvador de Deus. (Hb 2.3).
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